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Cirurgia de joanete (Hallux Valgus)

Em outubro de 2013 fiz uma cirurgia para corrigir um problema de “artrodose de tarso e/ou meio pé”, “Hallux valgus”, “osteitomia ou pseudartrose dos metatarsos/falanges” e “enxerto ósseo” (medicamente falando), no pé esquerdo. Ou seja, corrigi a joanete, o osso do peito do pé e fiz enxerto ósseo neste osso do peito do pé.

Resolvi fazer uma postagem falando sobre minha cirurgia, pois acredito que assim como eu, muitas pessoas quando pensam e/ou precisam fazer uma cirurgia como essa, SEMPRE (acredito que não tenha exceção) ouvem algum parente (ou conhecido, enfim) falando “Nossa! Você vai fazer essa cirurgia mesmo? É horrível, dolorosa, precisa ficar meses de cama se recuperando. Acho que não vale a pena o sofrimento.”. Tenho quase certeza que pelo menos um comentário do gênero será ouvido, mesmo que a pessoa nem tenha passado pelo tratamento.

Então, para falar sobre a minha cirurgia em si, preciso dar uma rápida passada pelo meu histórico. Tenho 22 anos e desde que me conheço por gente, o ossinho do joanete estava ali presente no meu pé. Existem diferentes causas para o surgimento dele, que podem ser desde sapatos “inadequados” até genética. No meu caso, a genética não foi muito feliz quando criou meu pé hehehe. Talvez por isso, eu comecei a sofrer mais cedo.

Como foi um problema que sempre esteve presente na minha vida, eu tinha muita vergonha do meu pé. Só usava sapato aberto quando era extremamente necessário, morria de vergonha de pintar as unhas com uma cor chamativa, para evitar ter atenção neles e essas coisas. Tanto que foi muito difícil achar uma foto que aparece, ainda mais meu pé esquerdo que era bem maior que o direito.

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Em abril do ano passado, resolvi conversar com algumas conhecidas que eu sabia que tinham feito à cirurgia, pois estava pensando seriamente em fazer. Todas me relataram o quão sofrido foi o pós-operatório, mas que valia a pena o resultado. Algumas das minhas tias (várias tem) também falaram que era horrível. Com o psicológico semi preparado, fui atrás de um especialista, indicado pelas conhecidas que falaram super bem dele.

Marquei uma consulta com o Dr. Rodrigo Rodrigues Batista Pereira, apenas para conhecê-lo para ver se eu ia com a cara dele, resumindo, hahaha. Na consulta ele tirou todas as minhas dúvidas, examinou meu pé, e já pediu para eu tirar um raio-X na hora para dar um diagnóstico melhor.

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Este foi meu diagnóstico: caso gravíssimo e de certa forma raro, ainda mais por eu não saber dizer com quantos anos exatamente que começou a aparecer o osso. A cirurgia teria que ser feita para corrigir a joanete e o osso do peito do pé (circulado na foto a cima), com enxerto ósseo, pois se corrigisse apenas “em baixo”, provavelmente o problema voltaria. Com isso, a recuperação seria de 3 a 4 meses, sendo que uns 2 meses eu ficaria sem andar (com auxílio de uma muleta), e precisaria de alguém comigo em casa me ajudando direto. Fazer os dois pés de uma vez foi uma possibilidade que não existiu (lembrando que são casos e casos, algumas pessoas conseguem operar os dois pés juntos). Não poderia voltar para academia antes dos 4 meses e correr antes de 6 meses nem pensar.

Saí do consultório falando que eu tinha previsão de fazer a cirurgia só em 2015, o médico disse que não tinha problema, que se eu tivesse mais dúvidas era só voltar lá, mas que quando eu decidisse fazer era bom ter uma consulta 2 meses antes, para programar tudo certinho para data desejada e fazer um novo raio-X, pois ele “dura” 6 meses (com um tempo maior que esse o osso pode já ter se alterado).  Um pouco assustada com o diagnóstico, mas feliz pelo médico ter me passado total confiança de que seria seguro fazer o procedimento com ele.

No entanto, em junho minha dor (alguns casos causam muita dor) começou a ser muito frequente e me impedir de fazer certas coisas como correr, alguns exercícios da academia, e já foi suficiente para mudar de ideia. Além disso, eu sabia que no final de 2013 estaria morando sozinha, então, resolvi antecipar a cirurgia e marcamos para outubro.

Meu caso, por ser grave, o plano de saúde (Unimed) cobriu todo o procedimento. Fui operada na segunda-feira, dia 7 de outubro às 7h, com uma anestesia rack (aquela que é da cintura para baixo), desacordada. O meu médico costuma pedir internação, então dormi no hospital e tive alta na terça de manhã.

Depois da janta, passei muito mal no hospital, acredito que tenha sido a sopa que comi e vomitei. Fora isso, foi super tranquilo no hospital. E voltei assim…

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Mas no fim, minha recuperação foi totalmente diferente do previsto. Três dias depois, fui “visitar” o médico para trocar o curativo e ver se estava tudo certo com os pontos. Dez dias depois, tirei os pontos, e com quinze dias já estava andando com a sandália especial (claro!).

ImagemO médico passou três remédios para diferentes graus de dor (fraca, moderada e forte). Tomei um único dia, pois o remédio dava sono, e como eu tinha vontade de dormir o dia todo, chegava de noite e ficava sem sono. Senti um pouco de dor para começar a caminhar, mas fora isso achei até estranho a “ausência de dor”. Meu pé ficou bem roxo por uns 30 ou 40 dias, que é normal e bem inchado também.

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Na segunda semana já comecei a malhar braço, em casa para não ficar totalmente parada, longe da academia. Treino adaptado para que eu conseguisse fazer na cama, e não precisasse colocar muito o pé no chão. Fiz também abdominais e alguns exercícios para glúteo. Depois que peguei a prática com a sandália e me sentia mais confortável, conseguia fazer alguns exercícios com o pé no chão.

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Foi uma recuperação SUPER tranquila, dependi da ajuda de alguém nos primeiros dias apenas. Com 7 semanas, voltei ao consultório, com um novo raio-x e fui liberada de usar a sandália, podendo usar tênis já. O médico disse que se surpreendeu com a evolução da recuperação, que era pra eu usar mais umas semanas a sandália, mas resolveu que já podia tirar. E já começamos a programar a cirurgia do pé direito (previsão final de fevereiro ou início de março, assim que o pé operado conseguisse suportar sozinho o peso do corpo).

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Na consulta de retorno em janeiro, decidimos que assim que a Unimed aprovasse a requisição, já operaria o pé direito 😀

Esse eu conto num próximo post… Espero que eu possa encorajar mais pessoas que se sentem incomodadas com esse bendito ossinho.

5.097 páginas

Como sempre, no início do ano gosto de fazer uma lista dos livros que li no ano anterior…
Devido ao TCC da faculdade no primeiro semestre de 2013, me dedicar ajudando algumas amigas com os seus TCCs no segundo semestre, e também a uma cirurgia que fiz no olho, o ano acabou não sendo muito produtivo para leitura. Digo isso em quantidade de livros e um pouco de qualidade. Mas mesmo assim, vou fazer a lista para não perder o costume :p

JANEIRO
Despertada – P.C. Cast, Kristin Cast
Refúgio – Harlan Coben
Especiais – Scott Westerfeld
Minha vida daria um livro – Carlos Marcelo Levín
O Rosto que Precede o Sonho – Maurício Gomyde

MARÇO
Web Marketing e Comunicação Digital – Paulo Kendzerski
A Garota da Capa Vermelha – Sarah Blakley-Cartwright, David Leslie Johnson
Comprometida – Elizabeth Gilbert
Destinada – P. C. Cast, Kristin Cast
Extras – Scott Westerfeld

JUNHO
Roteiro Básico para Apresentação e Editoração de Teses, Dissertações e Monografias – Amélia Silveira, Evanilde Maria Moser, Nessis Davina Lenzi Cristelli, Alberto Cezar Rodrigos, Émerson Antônio Maccari
A Minha História com Bob – James Bowen
Tempos Felizes – Gilmar Marcílio

AGOSTO
Não Faz Sentindo – Felipe Neto

SETEMBRO
Diário de Um Banana: A Verdade Nua e Crua – Jeff Kinney

OUTUBRO
Não conta para os meus pais – Pilar Guembe

DEZEMBRO
Assassin’s Creed Renascença – Oliver Bowden
J.R.R. Tolkien – O Senhor da Fantasia – Michael White
Uma Questão de Segundos – Harlan Coben

7.556 páginas

Como sempre, gosto de fazer uma lista dos livros que li no ano… 2012 não foi um ano muito produtivo para leitura devido ao número de atividades da faculdade. Mas mesmo assim, vou fazer a lista para não perder o costume :p

JANEIRO
Caninos Brancos – Jack London

O último Yeti – Alberto Melis

O Segredo do Lago Ness – Alberto Melis

A pérola do dragão – Alberto Melis

A magia do unicórnio – Alberto Melis

Qual o seu número? – Karyn Bosnak

FEVEREIRO
A Revolução dos Caranguejos – Carlos Heitor Cony

mãe judia, 1964  – moacyr scliar

Um voluntário da pátria  – Zuenir Ventura

A mancha – Luis Fernando Verissimo

MAIO
Darmapada  – Fernando Cacciatore de Garcia

Cultura da convergência – Henry Jenkins

JUNHO
Marketing Empreendedor – Org: Sérgio Moretti, Fernando César Lenzi, Fabrícia Durieux Zucco

O Encontro – Richard Paul Evans

Vira-Latas – Ediouro (Ed.)

AGOSTO
O Homem de Beijing  – Henning Mankell

Quando Ela Se Foi – Harlan Coben

Marley & Eu – John Grogan

Quebra de Confiança  – Harlan Coben

SETEMBRO
Nos Bastidores da Pixar – Jackson, Lynn; Capodagli, Bill

Nietzsche Para Estressados – Allan Percy

Meu amigo Michael  – Frank Cascio

OUTUBRO
Desperte o Milionário que há em você – Carlos Wizard Martins

Empreendedorismo – As Regras do Jogo – Business Week

O que é Comunicação – Juan E. Díaz Bordenave

 

DEZEMBRO
Marketing Social – Philip Kotler, Eduardo L. Roberto

Marketing Social – Luiz Claudio Zenone

Liderança – Business Week

Jogada Mortal – Harlan Coben

Desaparecido Para Sempre – Harlan Coben

Confie em mim – Harlan Coben

Cilada – Harlan Coben

Sem Deixar Rastros – Harlan Coben

Iluminação caseira portátil

Hoje eu e meu namorado fizemos uma iluminação caseira, para simular um estúdio em casa. Ele deu a ideia de fotografar e postar no blog, e isso que fizemos.

Você vai precisar de:

  • Uma caixa de papelão compridinha;
  • Um bocal;
  • Uma fita isolante;
  • Uma lâmpada;
  • 2 a 3 metros de fio (nós fizemos com 3m);
  • Papel alumínio;
  • Lençol
  • Cola;
  • Estilete e tesoura;
  • Grampedor;
  • Chave de fenda e alicate.

A caixa tem que ficar como na foto.

Passe a cola na parte interna da caixa  e forre com papel alumínio.

Ficará assim: 

Com o auxílio da tesoura, pegue uma ponta do fio e coloque no bocal. Se preciso pode prender o fio na base com a fita isolante. Nesse bocal não foi preciso a segunda parte.

Na outra ponta do fio, com o auxílio da fache de fenda, tesoura e alicate, prenda o pino de tomada.

Com o estilete faça um buraco no canto da caixa para colocar o bocal.

Eu não bati nenhuma foto com a lâmpada apagada, mas acho que da para ver certinho como tem que ficar.

E por último, com o grampeador, você terá que grampear o lençol em cima da caixa.

E com ele você conseguirá uma luz parecida com essa, dependendo de como usar 🙂

Espero que tenha sido útil 🙂