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Uma brincadeira do Desciclopédia: “Pegue o livro mais próximo de você. Abra na página 69. A primeira frase do primeiro parágrafo da página será a descrição da sua vida amorosa em 2012. Poste o resultado aqui”

“Estou realmente embasbacada com tudo isso.” (Qual o seu número? – Karyn Bosnak)

Gostei :b

Em coleção de quadrinhos dedicada a estrelas do rock, as vidas de John Lennon e Michael Jackson ganham molduras em trabalhos de autores argentinos.

Chegaram ao Brasil, pelo selo Vergara & Riba Editoras, as graphic novels John Lennon: Um Tiro na Porta de Casa, de Pablo Maiztegui, o Pol; e Michael Jackson: Um Thriller em Preto e Branco, escrita por Diego Agrimbau e desenhada por Horacio Lalia.

A Eterna amizade entre acordes musicais e rabiscos das histórias em quadrinhos.

Preços:

John Lennon: Um Tiro na Porta de Casa - De Pablo Maiztegui, tradução de Sandra Martha Dolinsky, Vergara e Riba Editoras, 64 páginas, R$ 34,90.
 

Michael Jackson: Um Thriller em Preto e Branco - De Diego Agrimbau e Horacio Lalia, tradução de Sandra Martha Dolinsky, Vergara & Riba Editoras, 64 páginas, R$ 34,90

 

Para saber mais, clique aqui.

Hoje eu e meu namorado fizemos uma iluminação caseira, para simular um estúdio em casa. Ele deu a ideia de fotografar e postar no blog, e isso que fizemos.

Você vai precisar de:

  • Uma caixa de papelão compridinha;
  • Um bocal;
  • Uma fita isolante;
  • Uma lâmpada;
  • 2 a 3 metros de fio (nós fizemos com 3m);
  • Papel alumínio;
  • Lençol
  • Cola;
  • Estilete e tesoura;
  • Grampedor;
  • Chave de fenda e alicate.

A caixa tem que ficar como na foto.

Passe a cola na parte interna da caixa  e forre com papel alumínio.

Ficará assim: 

Com o auxílio da tesoura, pegue uma ponta do fio e coloque no bocal. Se preciso pode prender o fio na base com a fita isolante. Nesse bocal não foi preciso a segunda parte.

Na outra ponta do fio, com o auxílio da fache de fenda, tesoura e alicate, prenda o pino de tomada.

Com o estilete faça um buraco no canto da caixa para colocar o bocal.

Eu não bati nenhuma foto com a lâmpada apagada, mas acho que da para ver certinho como tem que ficar.

E por último, com o grampeador, você terá que grampear o lençol em cima da caixa.

E com ele você conseguirá uma luz parecida com essa, dependendo de como usar :)

Espero que tenha sido útil :)

Como sempre, no final do ano gosto de fazer uma lista dos livros que li no semestre, como em julho eu não fiz, resolvi fazer do ano todo. Outubro e novembro foram meses complicados na faculdade e li pouquíssimo, mas todos os livros lidos estão divididos por meses.

JANEIRO
A cabeça de Steve Jobs – Leander Kahney
Nosso Lar – Francisco Cândido Xavier, espírito André Luiz
A Arte da Guerra – Sun Tzu
Faz parte do meu show – Robson Pinheiro, Ângelo Inácio
Estética da Fotografia – François Soulages

FEVEREIRO
A Última Música – Nicholas Sparks
Bilionários por acaso: A criação do Facebook – Ben Mezrich
O Segredo – Rhonda Byrne
Podecrer! – Marcelo O. Dantas
A Arte de virar a página – Adriana Falcão

MARÇO
Lendas e Segredos do Rock – Sérgio Pereira Couto
Illustration Now! Vol. 3 – Julius Wiedemann
Illustration Now! Vol. 2 – Julius Wiedemann
Os Sertões – Euclides da Cunha
O burro e a pele de leão – Roberto Belli
A galinha dos ovos de ouro – Roberto Belli
Cinderela – Cristina Marques
Branca de Neve –
A raposa e o galo – Roberto Belli

ABRIL
A Moreninha – Joaquim Manoel de Macedo
Questões de Arte e Comunicação – Cilene Maria Potrich, Hercílio Fraga de Quevedo (org)
As Belas Coisas, Que é do Céu Contê-las – Dinaw Mengestu
Senhora – José de Alencar
Soul Love Á noite o céu é perfeito! – Lynda Waterhouse
A vida na porta da geladeira – Alice Kuipers
Iracema – José de Alencar
O Ateneu – Raul Pompéia
Na Margem do Rio Piedra eu sentei e chorei – Paulo Coelho
Tentada – PC Cast, Kristin Cast

MAIO
Queimada – P.C Cast, Kristin Cast
Desejo de Pânico – Laura Reese
Propaganda no rádio – Clóvis Reis

JUNHO
Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis
Pra Ser Sincero – Humberto Gessinger

JULHO
Inimigo Brutal – Jack Higgins
Não conte a ninguém – Halan Coben
Sandman: Despertar – Neil Gaiman

AGOSTO
Perfeitos – Scott Westerfeld
Gen: Pés descalços – Keiji Nakazawa
Gen Pés descalços: o dia seguinte – Keiji Nakazawa

SETEMBRO
Gen Pés descalços: O Recomeço – Keiji Nakazawa
Gen Pés descalços: A vida após a bomba Keiji Nakazawa

OUTUBRO
:~

NOVEMBRO
O Mundo de Vidro – Maurício Gomyde

DEZEMBRO
O menino do Pijama listrado – John Boyne
Faça como Steve Jobs – Carmine Gallo
1ª mostra talentos da comunicação – Bienal de São Paulo
Amor fora de hora – Katarina Mazetti
Alta Tensão – Harlan Coben
Talento Ilustração

Livros: Gen Pés Descalços
Gen Pés Descalços: O Recomeço
Gen Pés Descalços: O Dia Seguinte
Gen Pés Descalços: A Vida Após a Bomba
Autor: Keiji Nakazawa
Ano: 1998

A série “Gen Pés Descalços” são quatro livros, mas com a história contada em forma de quadrinhos. No início, de 1973 a 1985, eram publicados em revistas e jornais, depois adaptados em dois filmes em forma de anime. Em 2007 foram adaptados para uma série de televisão e no Brasil a Editora Conrad publicou quatro volumes (Gen Pés Descalços, Gen Pés Descalços: O Recomeço, Gen Pés Descalços: O Dia Seguinte e Gen Pés Descalços: A Vida Após a Bomba).

A história acontece em Hiroshima e nos arredores da cidade, no ano de 1945, dias antes do ataque das bombas nucleares, onde Gen com seis anos de idade vivia com sua família. Depois que Hiroshima é destruída pela bomba, Gen e os sobreviventes são obrigados a lidar com a falta de comida e respeito, conseqüências da destruição.

Baseado em fatos vividos pelo próprio autor, Gen Pés Descalços é um excelente relato real do que realmente aconteceu naquele tempo.

O projeto de animação Carrapatos e Catapultas, criado pelo escritor Almir Correia, foi um dos vencedores do concurso nacional AnimaTV/2009 e recebeu R$ 950 mil para a produção de 12 episódios de 11 minutos. A Belli Studio, de Blumenau, foi a responsável pela animação da série, produzida em parceria com a Zoom Elefante, do Paraná, e a produtora de áudio Astrolábio. A série, que já foi exibida durante todo o ano na TV Cultura e na Rede Brasil, passará a ser exibida no canal a cabo Cartoon Network Latin America a partir de 2012.

O período de produção aconteceu de março de 2010 a fevereiro de 2011, com a animação de um episódio de 11 minutos por mês, com qualidade HD. Cerca de 11 profissionais estiveram envolvidos na animação, produção de cenários, colorização, lipsync e montagem.

De acordo com Aline Muxfeldt S. Belli, diretora de Marketing da Belli, uma série de animação necessita de, no mínimo, 26 episódios para ser vendida no mercado internacional. “Este é o número ideal para que a criança consiga entender o conceito da série e memorizar os personagens da história”, comenta. O projeto, que já recebeu incentivo para a produção da primeira parte, conta agora com o fundo de investimento para Produção de Audiovisual para Televisão (Prodav), que irá financiar os próximos 13 episódios, com previsão para serem concluídos até 2013.

SINOPSE

Foto: Divulgação

A série Carrapatos e Catapultas se dá em uma outra galáxia, no Planeta Vaca, onde os carrapatos bicos-de-pato gostam principalmente de sugar gororoba, sucos e objetos com canudinhos, ficar se “catapultando” por aí e explodir, virando fantasmas que sobem pro “Mundo dos Carrapatos Fantasmas” (o paraíso para eles).

Bum e Bod são dois grandes amigos adolescentes que não engordam feito a maioria. Eles estudam e trabalham como estagiários. Nesse “mundo reino” não há automóveis e nem muitos objetos comuns no mundo humano. Inexplicavelmente tais objetos surgem do nada, após terremotos, e geralmente são catapultados como sucata alienígena para os lixões da cidade. Bum recebe toda noite uma ligação telefônica de sua mãe que já explodiu e mora agora no Mundo dos Carrapatos Fantasmas.

Projeto Carrapatos e Catapultas foi aprovado pelo Prodav, que irá finaciar mais 13 episódios da série

ANIMATV

O AminaTV é o primeiro programa de fomento à produção e teledifusão de séries de animação brasileira. O programa tem como objetivo estimular desenvolvimento da indústria brasileira de animação a partir da sistematização de ações que visam a geração de projetos em diversos pontos do país. O AnimaTV conta com ações regional de capacitação, articulação de um circuito nacional, dinamização da produção entre estúdios e a inserção da animação brasileira no exterior.

Em 2009, o concurso recebeu pré-projetos vindos de 17 estados brasileiros. Dos 257 projetos inscritos, 17 assinaram um contrato de co-produção de um episódio-piloto recebendo R$ 110 mil para a produção. Após a exibição dos pilotos, dois projetos foram selecionados e receberam R$ 950 mil para a produção de mais 12 episódios. Os produtores e autores também participaram de oficinas com consultores nas áreas de narrativa, arte, produção e comercialização. Além da série Carrapatos e Catapultas, o projeto Tromba Trem foi o outro selecionado para a produção de 12 episódios.

Série de animação será transmitida no canal a cabo Cartoon Network Latin America no próximo ano.

SOBRE A BELLI STUDIO

Desde 1999, a Belli atua no mercado de animação e ilustração para coleções de livros infantis, empresas de software, parques temáticos, quadrinhos, campanhas internas e projetos têxteis.

No portfolio da Belli Studio estão ainda os 21 episódios da série Betinho Carrero, o primeiro lançado em outubro/2011 pelo Beto Carrero World em seu canal no Youtube, além de mais de 50 curtas para as áreas editorial, empresarial e publicidade.

A Belli Studio faz parte da Brazilian TV Producers e desde 2009 frequenta eventos internacionais de produção e venda de conteúdo. Atualmente está em fase de negociação com uma produtora do Canadá para produção da série Histórias de Amor. “Esta série é voltada para o público adolescente e famílias, e apresenta uma visão contextualizada de casais arquetípicos que permeiam o consciente coletivo, que possui uma fonte rica e diversa, indo da ficcção a realidade: Bíblia, literatura e história”, adianta Aline. Serão 13 episódios de 22 minutos para cada tema.

Fonte: Noticenter

Por Guiomar de Grammon

A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.

Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Dom Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.

Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.

Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?

Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.

Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.

Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.

Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verosimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.

O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?

É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metros, ou no silêncio da alcova. Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.

Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.

Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.

Além disso, a leitura promove a comunicação de dores e alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.

Ler pode tornar o homem perigosamente humano.

Enchente em Blumenau na semana passada. Fotos do dia 9/09/2011
Hoje andando pela cidade e observando o rio, se não fosse à poeira na rua, não parecia que até ontem a cidade tinha muita lama.

Rua Antônio da Veiga
Rua Antônio da Veiga

Rizoto de Camarão que o Jerry de Souza, proprietário do Restaurante Rancho da Dinha* preparou para o abrigo da ACECREMER no dia 9.
Rizoto de Camarão

FURB – Universidade Regional de Blumenau
FURB

(Clique nas fotos para vê-las maior)
* www.ranchodadinha.com.br

Meu prédio antes da enchente e agora :/

Tentei postar no facebook, mas tinha muitos caracteres. Restou-me o blog.

Hoje dei graças a Deus por não depender sempre de ônibus. Gostaria de entender o porquê de a Seterb e o Consorcio Siga quererem aumentar ainda mais a passagem, visto que a cada dia os ônibus de Blumenau estão mais detonados. Fora que os corredores de ônibus fazem os motoristas andarem acima da velocidade permitida, colocando em risco os passageiros quando dão uma freada.

Por volta das 14h25min, peguei o ônibus conhecido como “10”, Garcia – Aterro (carro com o número 1110) na Beira Rio, e ele estava todo vomitado. Além de nojento, isto é uma tremenda falta de respeito com os cidadãos que dependem do transporte público para se locomover. Pelo preço que se paga pelas passagens de ônibus nesta cidade, o mínimo que eles têm de oferecer é qualidade e higiene.

Tenho pena das pessoas que dependem do nosso precário transporte público, principalmente mais de uma vez por dia e em horários de pico.

(Arrependo-me de não ter tirado uma foto)

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